segunda-feira, 24 de julho de 2017

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Advertência e orientação para o estudo da Religião na História da Igreja






[...] 139. SANTA. – O fiel que ler com retidão de coração a História eclesiástica verá resplandecer a santidade da Igreja, não só na santidade essencial de sua cabeça invisível, Jesus Cristo, na santidade dos Sacramentos, da Doutrina, das Corporações religiosas, de muitíssimos de seus membros, mas também na abundância dos dons celestes, dos sagrados carismas, das profecias e milagres com que o Senhor (negando-os às demais religiões) faz brilhar à face do mundo o dote da santidade de que está adornada exclusivamente sua única Igreja.

Quem lê com ânimo desapaixonado a História eclesiástica fica atônito ao contemplar a ação visível da divina Providência, que comunicou à Igreja a santidade e a vida, e que vela por sua conservação. Foi Ela quem, desde os primeiros séculos, suscitou aqueles grandes homens, glória imortal do Cristianismo, que cheios de sabedoria e sobre-humana virtude, combateram vitoriosamente as heresias e erros à medida que iam aparecendo: os Santos Padres e Doutores que “brilharão como estrelas por perpétuas eternidades”, na frase bíblica; de cuja unânime concordância entre si podemos deduzir e reconhecer a Tradição e o sentido das Sagradas Escrituras.

E assombra não menos vermos surgir providencialmente, em tempo e lugar oportuno, aquelas Ordens regulares, aquelas famílias religiosas, aprovadas e abençoadas pela Igreja, nas quais desde o século IV florescia já a vida cristã e se aspirava à perfeição evangélica, praticando os divinos conselhos com os santos votos de castidade, pobreza e obediência.

Veja-se pela História que estas famílias religiosas, no transcurso dos séculos, se tem sucedido e vão sucedendo e renovando constantemente, com um fim sempre santo, servindo-se dos meios acomodados à época: a oração, ou o ensino, ou o exercício do ministério apostólico, ou a prática multíplice e variada das obras de caridade.

Como sua Santa Mãe, a Igreja, estão elas também sujeitas a duras perseguições, que amiúde e por algum tempo as oprimem. Mas, como tais institutos pertencem à essência da Igreja pela atuação dos conselhos evangélicos, por isto, não podem perceber de todo. E é coisa averiguada pela experiência que a tribulação as purifica e rejuvenesce; e, renascendo em outro lugar, multiplicam-se e produzem mais copiosos frutos, ficando sempre como fonte inesgotável da santidade da Igreja.

Catecismo de São Pio X

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Domingo de muitos frutos na Missão Cristo Rei de Ipatinga


Neste último domingo, dia 16/07, festa de Nossa Senhora do Carmo e também o 5º aniversário de nossa missão, tivemos a graça de presenciar duas primeiras comunhões, além da recepção de fitas por parte de alguns membros do Apostolado da Oração, renovação de votos matrimoniais de dois casais de fiéis e renovação da consagração ao Imaculado Coração de Maria e rejeição do CVII (aqui).







Pequenos Gabriel e Isabelly com o Rev. Pe. Ernesto Cardozo 
logo após a Santa Missa!


Senhor Ricardo Tadeu recebendo a fita 
do Apostolado da Oração

Senhora Rita recebendo a fita 
do Apostolado da Oração


Renovação dos votos matrimoniais
do senhor Ricardo e senhora Rita,
pelos 11 anos de casados.

Renovação dos votos matrimoniais
do senhor Felipe e senhora Alessandra,
pelos 12 anos de casados.




VIVA CRISTO REI!!!











sábado, 15 de julho de 2017

HORÁRIOS DA CAPELA CRISTO REI PARA O DIA 15/07

Bom dia. Salve Maria!

Como havíamos dito aqui, hoje (15/07), teremos duas palestras.

Divulgamos os horários e os temas.

Às 16:30 - A eternidade.
Às 18:00 - A virtude da prudência.


Lembramos que às 19:30 nosso Rev. Pe. Ernesto Cardozo dirá a Santa Missa e logo após, teremos a Bênção com o SS. Sacramento.


VIVA CRISTO REI!!!

quinta-feira, 13 de julho de 2017

quarta-feira, 12 de julho de 2017

AGENDA DE MISSAS PARA OS DIAS 15/07 E 16/07 - MISSÃO CRISTO REI DE IPATINGA


Sábado - 15/07

     16:30 - Palestra espiritual
     17:30 - Lanche
     18:00 - Palestra doutrinal
     19:00 - Terço
     19:30 - Santa Missa
     20:15 - Benção com Santíssimo

Obs: O lanche será partilhado


Domingo - 16/07 (Aniversário da Missão)

     10:00 - Confissões
     10:30 - Santa Missa cantada com primeiras comunhões
     12:00 - Almoço com os fiéis

Obs.: - Renovação da consagração ao Imaculado Coração de Maria e rejeição do Concílio Vaticano II
          - Entrega de fitas aos novos associados do Apostolado da Oração

A ANTI-IGREJA


Quando foram distribuídos, entre os Padres Conciliares, os primeiros esquemas do Segundo Concílio do Vaticano, interpelaram-me: - "V. Sa. acha que, para isso, seria preciso reunir um concílio?" A razão da pergunta é que os esquemas não apresentavam nenhuma novidade.

De fato, a realidade de Segundo Concílio do Vaticano não era o que aparecia. E sim, seus subterrâneos.

Sob uma aparência tradicional, assegurada pela presença dos Srs. Cardeais Ottaviani, Bacci, Ruffini, Brawne e outros, operava o Cardeal Bea, porta-voz das Bnai-Brlth judias e demais maçônicos, convencidos de que era o momento de ultimar a obra de destruição da Igreja Católica, implodindo-a sobre si mesma.

Estruturou-se, assim, um concílio sui-generis, sem discussão: os oradores sucediam-se ininterruptamente, uns aos outros, vazando na assembléia o de que nutriam seus espíritos. Não havia nexo entre as várias intervenções. Quem as quisesse contestar, deveria inscrever-se na lista dos postulantes da palavra, e aguardar a sua vez, que poderia ocorrer vários dias depois.

De maneira que, no Segundo Concílio do Vaticano, quem fazia tudo eram as comissões. E com tal sobranceria que, logo de início, a mesa de presidência jogou fora os esquemas propostos pela comissão preparatória, autorizada pela Santa Sé, ou seja, pelo Papa, a quem, o direito de propor a matéria a ser tratada nos concílios e a maneira como fazê-lo.

Eis que o Segundo Concílio do Vaticano constitui-se numa anti-Igreja.

Dogma fundamental da Igreja Católica é sua necessidade para a salvação. Não tem os homens liberdade de escolher sua religião, sua Igreja, conforme seu agrado, ou persuasão. Sob pena de condenação eterna, devem ingressar na Igreja Católica Romana. Ora, o Vaticano II, neste ponto, fixa, como doutrina inconteste, precisamente o contrário: todo homem tem liberdade visceral de aderir à religião de sua preferência.

Posta esta antítese, neste ponto básico, necessariamente, sobre ele vão se construir edifícios antitéticos. - Por isso, dizemos que o Vaticano II firmou-se como a anti-Igreja. Consequências: quem adere ao Vaticano II, sem restrição, só por esse fato, desliga-se da verdadeira Igreja de Cristo. Ninguém pode, ao mesmo tempo ser católico e subscrever tudo quanto estabeleceu o Concílio Vaticano II. Diríamos que a melhor maneira de abandonar a Igreja de Cristo, Católica Apostólica, Romana, é aceitar, sem reservas o que ensinou e propôs o Concílio Vaticano II. Ele é a anti-Igreja.

Dom Antônio de Castro Mayer, setembro de 1986